Dor no ombro: porque não deve ignorar os primeiros sinais
Quarta-feira, 22 de julho
A dor no ombro pode ter diferentes origens e nem sempre está relacionada apenas com a articulação. Descubra as causas mais frequentes, quando deve procurar ajuda e como uma avaliação individualizada pode ser o primeiro passo para uma recuperação eficaz.
A dor no ombro é uma das queixas musculoesqueléticas mais frequentes e pode afetar pessoas de todas as idades. Desde tarefas simples, como vestir uma camisola ou colocar um objeto numa prateleira, até à prática desportiva, o ombro está envolvido em grande parte dos movimentos do dia a dia.
Apesar de ser uma queixa comum, nem todas as dores no ombro têm a mesma origem. É por isso que uma avaliação individualizada é fundamental para compreender o problema e definir o tratamento mais adequado.
Quais são os sintomas?
Os sintomas podem variar consoante a causa, mas os mais frequentes incluem:
- Dor ao levantar o braço;
- Dor durante a noite ou ao dormir sobre o ombro;
- Diminuição da mobilidade;
- Sensação de fraqueza;
- Dor ao realizar atividades acima da cabeça;
- Desconforto durante a prática desportiva.
Porque pode surgir dor no ombro?
O ombro é uma articulação complexa que depende da coordenação entre músculos, tendões, ligamentos e articulações. Entre as causas mais frequentes encontram-se:
- Tendinopatias da coifa dos rotadores;
- Capsulite adesiva;
- Sobrecarga da bursa;
- Instabilidade;
- Alterações articulares.
Além disso, alterações na mobilidade da coluna cervical, da coluna torácica ou da omoplata podem modificar a forma como o ombro se movimenta e contribuir para o aparecimento da dor.
Quando deve procurar ajuda?
É aconselhável procurar uma avaliação quando:
- A dor persiste durante várias semanas;
- Existe limitação do movimento;
- A dor interfere com o trabalho ou o desporto;
- Os sintomas pioram progressivamente;
- O desconforto regressa frequentemente.
Como a fisioterapia pode ajudar?
O primeiro passo é compreender a origem da dor. Na Elite – Saúde Integrativa realizamos uma avaliação individualizada que pode incluir análise do movimento, testes específicos e, quando indicado, ecografia musculoesquelética funcional O tratamento é adaptado a cada pessoa e pode incluir:
- Terapia manual;
- Exercício terapêutico;
- Educação sobre a dor;
- Controlo da carga;
- Fisioterapia invasiva ecoguiada, quando indicada.
Conclusão
Nem sempre a dor está relacionada apenas com o local onde dói. Identificar a verdadeira causa permite definir um tratamento mais eficaz e reduzir o risco de recorrência.
